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Mostrando postagens com marcador VÍDEOS. Mostrar todas as postagens
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Desacelere

Quantas vezes nos permitimos realmente desacelerar e estar presentes, sem a urgência do relógio? Assim como as flores, que nos ensinam a viver o momento presente, cada pausa pode ser um portal para a calma. E acredite, mesmo quando parece contraditório, o ato de fazer um pão pode ser a forma mais bonita de colocar essa presença em prática. (Eu desacelero fazendo coisitas gostositas de mim para meu eu). rs' Um ato de autocuidado, massssssssssssssssss não fazer nada também vale, tá? É que eu, não fazendo absolutamente nada, me sinto meio inútil e depressiva rs' Então, para mim, não rola o "fazer nada".

E a relação com as flores que eu comento no vídeo é justamente essa: elas nos fazem viver o agora. As flores não foram feitas para durar; foram feitas para nos forçar a apreciar o momento presente. Essa é a importância de desacelerar: não é sobre parar tudo, é só sobre se acalmar. E ganhar flores. E comer pãozinho quentinho. E flores. Flores são muito importantes. Flores e pão. rs' 


Link da receita (aqui), ou tente a sorte de me acompanhar. Mas aconselho acessar o link se por ventura quiser fazer esse pão. rs' E as flores. Não se esqueça das flores. Girassóis são as minhas preferidas porque eu sou estrela cadente que sonha em ser sol. Estrela cadente é passagem e eu sei que estou de passagem, mas queria ser sol, para retornar todas as manhãs. Ao preferir os girassóis, eu me sinto um pouco sol, mesmo (repito) sendo uma estrela cadente. 💫

Publicação em: 2026

VLOG de uma professora e sonhadora

Hoje resolvi gravar um pedacinho do meu dia. Como boa geminiana, sei que nenhum dia meu é cópia do outro. O que vocês veem aqui são só 10 minutos pinçados de 24 horas, imagine o mar de coisas que ficou de fora desse corte. Por isso, um pedido: não se comparem com a vida que veem na tela. Cada um sabe da sua caminhada. (Se bem que a Virginia iria ter inveja da minha liberdade: afinal, quem mais pode dar uma corrida na rua às 21h da noite sem roteiro? Ela que não é! rsrs'). Contém ironia. 

Não tenho o costume de expor minha rotina e quero deixar bem claro: tudo o que tenho vem do meu suor. Trabalho, corro atrás e economizo cada centavo, às vezes perco uns 25 centavos na conta por puro cansaço, é verdade, mas vivo nesse equilíbrio gostoso entre guardar para o amanhã e me dar ao luxo do hoje. E, por favor, não me peçam dinheiro emprestado, porque de banco eu só tenho a vontade de ver o saldo crescer com o meu esforço! 

E por aí, como é a sua rotina? A minha é exatamente o que um dia rabisquei nos meus sonhos: sem monotonia, sem amarras. Amanhã vou cruzar outras ruas, ver outras paisagens, me esbarrar com outras pessoas, mas mantendo sempre a mesma essência. Apenas eu. Para quem está chegando agora, prazer Caju.


Publicação em: 2026

Meu eu professora

 A docência é um ofício de presença. 

Exige corpo, voz e, acima de tudo, uma disposição diária para o encontro com o imprevisível. Recentemente, vivenciei um daqueles episódios que testam não apenas a paciência de quem ensina, mas a própria humanidade do educador: levei alguns tapas de um aluno. Não foi um caso isolado; infelizmente, já me ocorreu episódios semelhantes em outros momentos da minha caminhada, com diferentes estudantes.


Em um primeiro momento, a reação natural do mundo moderno é o endurecimento, a indignação estéril ou o desabafo amargo. No entanto, o olhar pedagógico precisa ir além da superfície do gesto. Aquela agressão física não era sobre mim; era o sintoma visível de um esgotamento invisível. Vivenciamos uma crise estrutural no afeto e no cuidado. Vejo ao meu redor uma legião de profissionais da educação exaustos, sobrecarregados e desencantados. É uma dor legítima, viva e urgente. Mas há uma verdade incômoda que precisamos ter a coragem de encarar: se nós, adultos, estamos exaustos, as crianças estão ainda mais.

As crianças de hoje carregam o peso das incertezas, da ausência de escuta e de um mundo que exige delas um dinamismo para o qual ainda não têm maturidade emocional. O comportamento disruptivo na sala de aula nada mais é do que um pedido de socorro traduzido em linguagem imperfeita.

E é aqui que entra a decisão mais honesta que um profissional pode tomar. Estar na sala de aula exige uma coragem quase poética e uma decisão que não aceita o piloto automático. Se a sua chama apagou, se o encanto deu lugar ao ressentimento contínuo, a sugestão mais humana e respeitosa que posso oferecer é simples: mude.

Mudar de profissão não é um ato de covardia ou fracasso; é um ato de responsabilidade e autocuidado. Insistir em permanecer em um espaço de formação quando já não se tem nada de afeto para oferecer adoece o professor e desampara a criança.

A educação precisa de quem ainda tem forças para sustentá-la com dignidade, empatia e firmeza. Para os que ficam, que haja coragem para transformar o cansaço em acolhimento. Para os que partem, que haja a sabedoria de reconhecer que recomeçar em outro caminho também é uma forma de sabedoria.

Com carinho, Anne.
Publicação em: 2026

O ritmo sutil da vida

Olha quem voltou com um videozinho, rs! Falei que não iria gravar, né? Mas a vida acontece, a vontade transborda e acabei reunindo pequenos retalhos dos meus primeiros cinco dias de agosto. Tenho essa teimosia bonita de dizer que não farei algo, só para me ver regressando com ainda mais carinho àquilo que amo. Peeeeelo menos só volto para o que amo, e o que me faz bem né, já é uma boa coisa rs' Neste vídeo, abro espaço para falar sobre corpo em movimento e a importância de nos pertencermos através da atividade física.


Mover-se é a forma mais bonita de agradecer pela vida. Não se trata de pressa, nem de estética vazia, mas do encontro diário entre a intenção e o próprio corpo. Cada passo dado, cada respiração profunda e cada batimento acelerado nos lembram de que estamos vivos e em transformação. Atividade física não é punição pelo que se comeu, nem uma obrigação rígida da rotina, é um gesto de gentileza, um hábito que desacelera os pensamentos e abre espaço para o bem-estar.

Cuidar de si é um cultivo constante: um pouco a cada dia, respeitando o próprio tempo e celebrando a coragem de começar de novo. Afinal, a saúde verdadeira nasce do equilíbrio entre mover o corpo e aquietar a mente.

Ah! Essa é a minha playlist no senhor Spotify: "enquanto treino". Dê o play! Por lá, para treinar e no vídeo aeww para assistir rs' Alias, eu aceito sugestões de quais músicas eu deveria por obrigação incluir na minha playlist de treinos. 

Beijos, Caajuuuuuuu.


Publicação em: 2026

De volta à sala de aula.

Definitivamente chegou aquela época do ano em que o professor surta ou surta 😜 brincadeiras a parte, mas é uma época que corremos contra o tempo - essa é a minha realidade, e tudo bem se a sua não for, mas voltando aqui amigas, eu gravei esse vlogzinho para vocês como "oi" carinhoso, mas também um "até logo". Agora entro de cabeça nesse universo pedagógico, e equilibrar estudos, trabalho, treino e vida pessoal vai exigir foco total. Por isso, por um tempinho, vai ser um pouco mais difícil aparecer por aqui com novos vídeos, na verdade, eles estarão quase extintos kkkkkkk! Já os textos continuam por aqui, numa frequência um pouco menor, como de costume.

Bom, no vídeo de hoje, mostrei um pouquinho de como foi o meu primeiro dia de retorno à escola pós-férias — com direito a toda a correria da rotina e, claro, fechando o vlog na academia para recarregar a energia.
E como não quero transformar esse meu espaço de lazer — em trabalho, aqui não será um lugar ideal para você me acompanhar profissionalmente. Alias, se é isso que você procura — para isso temos o instagram @planosaber. Inclusive estarei iniciando as aulas de reforço com alguns novos alunos, e desvenda-los sempre é um desafio, além de muito tempo do meu dia destinado a isso.  
Sem mais delongas, dê o play! (E só um spoiler do treino: uma hora de esteira virou 10 minutos porque senti o joelho, mas acrescentei a musculação e fechei com uma caminhadinha leve no final. Deu tudo certo!) Com carinho, Caaajuuuu.


Publicação em: 2026

A arte de olhar para o céu como criança

 Não tenho muito contexto para essa postagem, a não ser..
— a beleza não estava no que a câmera pegou, mas no olhar de quem decidiu parar para ver.



  Quando foi a última vez que você parou para admirar a natureza?  

Não estou falando de puxar o celular, enquadrar a foto perfeita e postar. Falo de sentar em silêncio e passar horas olhando para algo que não se expressa em palavras, mas que tem absolutamente tudo a dizer. 

Eu tentei capturar a chuva de meteoros que prometeram para essa madrugada. Já adianto: não consegui. Não houve foto, não houve grande registro visual. Mas a tentativa me lembrou de algo valioso: a importância de deixar de ser aquele adulto ranzinza, apressado, marrento e sem vida que o cotidiano tenta nos moldar. 

Precisamos voltar a acreditar nas pequenas coisas. Ter a coragem de ser ingênuo, de ter esperança, de admirar o invisível. Olhando para o alto, pensei: se hoje fosse o meu último dia aqui na Terra, que presente lindo seria ter passado minhas últimas horas apenas admirando as estrelas. 

Com carinho, Caju!

Publicação em: 2026

Não foque só no que falam!

Como saber quando alguém gosta de você, de verdade?


Não sei para vocês, mas para mim faz tooootal sentido. Poucas vezes acreditei em palavras a ponto de me perder de mim — na verdade, isso aconteceu apenas uma vez, mas foi para eu aprender. Sempre fui muito durona comigo mesma, e nada nunca me levou tão alto quanto uma paixão que, juro, não esqueci e acredito que nunca esquecerei. Porém, o tombo foi tão grande quanto a altura que cheguei. E o que eu aprendi com tudo isso? Recalculando a rota: é muito mais fácil ficar com quem te ama, e se propor a aprender a amar essa pessoa, do que ir atrás apenas de quem você se apaixonou. É uma parte triste da vida, que às vezes parece confusa, como se faltasse sentimento ou como se tudo fosse um vazio. Mas é importante ouvir isso: fique com quem te ama, e aprenda a amar. Observe as atitudes e escolha pela paz. 🤍 Com carinho, Caju!

Ahhh! Só para contextualizar: estou amando cada vez mais as séries de romance e os doramas! Devo me preocupar ou estou liberada a me aventurar? rs' 😍

Publicação em: 2026

Daily Vlog

"Nem todo dia é extraordinário, mas todo dia tem a sua história. Sejam bem-vindos a mais um dia da minha rotina: entre o caos, o café, as pequenas tarefas e os momentos que fazem tudo valer a pena. Vem passar esse dia comigo!"


Publicação em: 2026

O meu papel no mundo é fazer o bem

O que eu conheço do amor é a sua pressa. De chegar e de partir.



Isso é extremamente pesado, mas necessário de se ouvir. Eu acabei de assistir a este vídeo e ele fala, com tanta delicadeza, tudo da forma que eu verdadeiramente sinto e penso, mas que às vezes não consigo descrever em palavras. Certa vez, recebi uma cartinha de uma aluna minha que dizia exatamente assim: _ Obrigada tia Anne. Você curou coisas que não foi você que machucou. E isso me resume como pessoa. Isso abraça e, ao mesmo tempo, me golpeia o estômago.

Publicação em: 2026

O simples é o único lugar que...

Não me venha com joias, carro do ano, importados, e não que isso seja de fato ruim, é que para mim, antes de trazer o luxo traga o simples, aquele perfume que só você tem, o cachorro quente que poderíamos dividir no final do mês, o abraço sem precisar pedir, o conforto em teus braços como morada da minha alma, me traga amor, antes de tudo. Me traga amor, antes de qualquer bem material, e assim terás o meu coração para todo sempre. No fim das contas, o simples é o único lugar que me faz sentir em casa.


Beijosss, Caju!
Publicação em: 2026

O segredo das minhas estações

Dizem que o vidro calejado se torna opaco, mas eu escolhi continuar transparente. Todo mundo que se aproximou levou um pedaço de mim; na família, no amor, nos encontros da vida. O mundo esperava que eu me tornasse espinho, mas insisto em florescer. Sou especialista em ensinar caminhos às crianças e em tecer abrigos para os outros, mas confesso: sou péssima em ler a maldade. No fundo, prefiro acreditar que aqueles que não foram leais não agiram por crueldade, mas apenas habitavam um plano espiritual diferente... onde não conseguem ver que a vida acontece no sopro do aqui e do agora. 


Minha trajetória nunca foi uma linha reta; foi um mosaico de silêncios e renascimentos. Aos dez, descobri que o mundo dos homens esconde sombras que uma criança não deveria experenciar. Aos quatorze, vi a partida cruzar o oceano. Aos dezoito, assisti ao meu nome ser envolto em ruínas. Aos dezenove, vi o espelho se esquecer de quem eu era. E aos vinte, vi um castelo inteiro ser roubado dos meus olhos. Mas foi também aos vinte que segurei o mistério da despedida nos meus braços e fechei os olhos do meu pai pela última vez, entregando-o ao mesmo vento que, um ano depois, tentaria roubar a minha própria saúde no segredo de um diagnóstico que guardei só para mim.

O tempo nunca diminuiu o passo. Aos vinte e nove, a vida me entregou a fragilidade mais dolorosa e sagrada: segurei meu filho, um anjo que não chegou a respirar o mundo, mas que me ensinou, em segundos, o peso exato da eternidade. Logo depois, aos trinta, os alicerces do que eu chamava de lar afundaram. E, diante das ruínas, eu apenas continuei o meu caminhar.

Tenho o hábito bonito de acordar e tatear o amanhecer como se ele guardasse o meu último suspiro. Por isso, quando me perguntam e eu respondo que está tudo bem, não há mentira. Habitar os labirintos da minha mente pode ser um exercício complexo, mas a minha alma repousa em paz. O amanhã sempre foi o mais bonito dos mistérios. Não se trata de um diagnóstico ou da tempestade lá fora; trata-se do tempo que nos resta. O que faremos com ele? A partida é a nossa única certeza estática; o viver é que é a grande e maravilhosa incerteza. Acho curioso quem mede a existência pelo luxo, ou quem repete "seja feita a vossa vontade", mas recua no primeiro trovão.

O mundo está cheio de ruídos, mas o que o vento te sussurra quando te toca a pele? É simples ser grato quando o roteiro não falha. Mas eu, calejada de humanidade, aprendi que não nos faltam garantias, nos sobra impermanência. Às vezes, o desapegar é o jeito mais elegante que o universo encontra para nos fazer transbordar. Somos apenas passagem. E eu sigo como uma passageira de malas prontas e coração leve, porque, acima de tudo... que se cumpra a vontade maior.

Por fim, quando você me pede perdão, antecipando as dores que julga poder me causar, percebo o eco vazio dessas palavras. Quem já atravessou tempestades não teme o vento. Sei que esse pedido não nasce da alma, mas sim do orgulho. Ainda assim, se você ler atentamente as entrelinhas de tudo o que fomos, notará que em momento algum eu cogitei te expor ao mundo. A minha dignidade nunca dependeu da sua ausência. Eu escolhi o silêncio protetor simplesmente porque, um dia, eu verdadeiramente te amei. E o amor, mesmo quando vira memória, merece o respeito do sagrado.

Publicação em: 2026