Evento na Victorias Secret

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Acne / Espinhas

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Estados Unidos

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Diario de Viagem TEXAS ESTADOS UNIDOS

Feliz sozinha, feliz acompanhada.


Valorizo bastante os meus momentos de solidão. De rodar pela casa com a música nas alturas, olhar para mim mesma no espelho e, sem vergonha, ensaiar discursos de um futuro imaginário – ou perder alguns segundos com o olhar perdido, tomando aquele solzinho de inverno que entra pela janela, sem me preocupar com mais ninguém.
É como se eu deixasse a minha carga pesada ir embora e voltasse a ser leve, mesmo que isso resulte num esvaziamento gradual. Na verdade, é mais ou menos por aí: estes momentos sempre se dão depois de dias cheios, como se fossem paradas necessárias numa rotina turbulenta, em que a paz preenche cada pedacinho meu. Não à toa.
Só que nem sempre é bom. Depois de algum tempo, sinto falta de ouvir uma resposta aos meus questionamentos. Também é legal poder comentar observações que surgem inesperadamente ou compartilhar ideias. Sou uma pessoa que, por mais que dê certo sozinha, precisa de gente me rodeando para funcionar melhor.
Me recarrega conversar, abraçar, desabafar e olhar para um rosto que não seja o meu… Aprender com alguém que está ao meu lado vira a tomada que marca o raio enchendo a bateria. De certa forma, sei que é natural e que, por vivermos em sociedade, essa necessidade de companhia constante não é ruim.
O meu medo é isso evoluir para uma certa dependência, como se eu precisasse estar ligada a outros o tempo todo, como um aparelho viciado, que não funciona mais sozinho. E sabemos o que acontece com este tipo de equipamento, né? Você o despluga da energia e ele simplesmente desliga.
Por isso, tomo cuidado. Paro no meio termo e repenso.
Percebo que a felicidade tem que estar bem dividida entre as duas situações, como uma mãe que tenta ser justa ao repartir o doce da padaria com seus dois filhos. Gosto de estar sozinha, gosto de estar em grupo. Gosto de viver só, mas também gosto de ter pessoas comigo.
A motivação para abrir sorrisos frequentes nas duas ocasiões tem que existir. E sigo assim, cuidando para encontrar a alegria na convivência com o outro e na falta dela também. Desse jeito, não tem erro. (Texto: Depois dos Quinze).

Guarda roupa - Com que saia eu vou.

A saia que aparece na foto acima, com botões na frente, prometeu ser a nova queridinha do verão passado. Nos países lá fora, ela já é tendência há algum tempo, mas, por aqui, ainda está chegando bem de mansinho, como quem não quer nada… E promete conquistar o seu coração! O mood dela é bem anos setenta, década em que a peça foi popularizada. Mas não precisa já criar um catálogo de looks boho na cabeça para usá-la não, viu? A saia pode ficar muito legal seja qual for o seu estilo. Eu trouxe inspirações lindíssimas de como vestir os mais diversos modelos de saias. Vamos lá!

Sei esperar, mas prefiro começar


Sala de espera do dentista. Folheio algumas revistas e percebo que são bem antigas. Falam da penúltima novela das nove, dão manchete para aquele casamento badalado que agitou as redes sociais em julho e tem uma coluna com aquela tendência de moda que demorou para chegar aqui no interior. Coisa de cidade pequena, né? Agora até a moça que espera ao meu lado está usando uma peça destas. Caiu bem nela. Estou falando das chokers.
Penso nelas e em como foi rápida sua ascensão. Lembro que, quando comecei a usar, disseram que era anos 90 demais, meio coisa de criança. Nem liguei: estava louca para parecer uma integrante das Spice Girls! Aos poucos, elas foram ganhando as ruas, e então finalmente consegui comprar os modelos que via lá no Tumblr: com pingente de coração, três voltas, toda feita de veludo, em cores diferentes e até cheia de pedrinhas brilhantes.
Mas devo ser sincera e admitir que não soube esperar. Antes de invadirem lojas – até o preço cair para menos de cinco reais -, eu quis tanto ter a minha que decidi fazer uma. Procurei um tutorial (gringo, porque os brasileiros ainda não existiam) que ensinava a confecção com linha de pesca. Arranjei a tal linha numa gaveta lá do sítio, passei esmalte preto (eu gostava daquele esmalte!) e trancei de ponta a ponta, assim como ensinava o vídeo que vi. Demorou, ainda mais para mim, que nunca consegui fazer uma trança bem feita no cabelo de ninguém. Mas deu certo: comecei o dia com ideias e terminei a noite com uma choker. Wow!
Sempre fui um pouco assim. “Você não sabe esperar?” é uma frase dita com frequência pela minha mãe – pode perguntar a ela. E eu sei esperar, sim, mas prefiro seguir indo mesmo, viu?
Para mim, o contrário de esperar não é desistir. O antônimo é começar. Libertar a vontade momentânea que pega do primeiro fio de cabelo até o dedinho do pé e deixá-la tomar conta.
Não é como se eu fosse uma criança mimada que nunca cresceu: também sei dar tempo ao tempo. Já ouvi muitos “nãos” na vida e não foi a falta deles que me causou esse sentimento de urgência. Mas, às vezes, em alguns momentos, parece que o tempo congelou e eu estou ali, dentro do refrigerador, esperando pintar verão para alguém tirar o refrigerante geladinho. E se ainda for inverno? Ah, cara, vai demorar muito. Sou do tipo que arregaça as mangas. Vamos? Vamos. 
Se o caminho está fechado, mas, ao lado, há uma estrada velha, bora enfrentá-la! Eu não gosto de desperdiçar tempo. Não gosto de pensar que vou perder horas parada. É, o problema é justamente esse: a paralisação me amedronta. 
Não sei se é coisa da minha geração, consequência das redes sociais, movimento de pessoas ansiosas ou qualquer outra razão. Talvez seja. Mas confesso que sou exatamente assim – e até gosto de ser. Este imediatismo me traz frescor. Os primeiros passos são mais empolgantes e cheios de novidades e desbravar novas trilhas me parece como uma caixinha de surpresas que está sendo aberta, ali, por mim, pela primeira vez. Não é impaciência: posso até fazer tudo com calma, mas quero, pelo menos, estar fazendo. Há felicidade na minha prontidão.
E, ah, vale lembrar que nem sempre tudo sai perfeito. Voltando às chokers, toda vez que eu usava a gargantilha que fiz, ela deixava marcas de esmalte no meu pescoço, como tatuagens de henna. Efeitos colaterais da pressa, e jamais poderei desconsiderá-los. Afinal, eles sempre existirão.
Curioso pensar que tudo isso começou justo numa sala de espera, não é mesmo? A vida não espera nadinha para aproveitar as oportunidades de se mostrar engraçada!

Algumas inspirações de penteadeiras

As penteadeiras ganharam muito espaço no século XV, mas foi graças à Hollywood que esse móvel é sinônimo de glamour e é tão desejado. Quando eu era pequena adorava sentar na penteadeira da minha avó para brincar com as escovas dela e hoje choro por aquele móvel. Mas, hoje não é tão difícil conseguir uma bela penteadeira, temos a opção de personalizar um móvel – para quem gosta de D.IY. – Temos centenas de lojas online para fazer a compra ou podemos encomendar o móvel do nosso jeitinho. Existem diversos modelos: retro, vintage, camarim, provençal – ou de princesa. Sem contar a grande possibilidade de cores! Sabe o que pode te ajudar na hora de escolher? Sua personalidade! Parece besteira, mas quando as penteadeiras começaram a ser objeto de luxo no meio da realeza, elas eram confeccionadas como um objeto que seguia o estilo do quarto, e o seu quarto reflete sua personalidade, né? Então escolha um modelo que irá combinar com as cores e o estilo do restante da sua decoração. Para te ajudar na busca de inspirações, separei alguns modelos. Qual deles será o meu? Alguma sugestão? rs'

Para enfeitar você pode selecionar vidrinhos de perfumes e colocar em uma bandeja, colocar espelhos redondos menores, caixinhas delicadas, porta-pincéis e até mesmo flores! No YouTube mesmo encontramos muitos D.I.Y’s ótimos com dicas de personalização e até mesmo para transformar um móvel velho em uma bela penteadeira. Gostou? Compartilha comigo qual o seu estilo preferido! Ah! Eu também estou pelo instagram: @annecrisley, com várias fotinhas e dicas de amiga. ;**

O estilo que me define: Manuela Rodrigues

Hey heey meus amores, tudo certinho com vocês? Olha que já faz tempo que eu não compartilho os looks que andam mais me inspirando por ai, e como me sobrou um tempinho hoje, corri aqui pra poder compartilhar com vocês. Conheci a Manu não tem tannnnto tempo, foi ano passado ou retrasado. (Sorry, I forget it ), é que eu sempre fui uma seguidora não muito ativa, mas depois de um tempo, percebi que precisava compartilhar mais vezes os meus sentimentos com as pessoas que de alguma forma me inspiravam, e sem duvidas a Manucita, é uma delas. Olhem só que #bapho mores.
E ai mulheeeeer, goxtou Conheça outros looks da Manu, através do instagram dela, clique aqui: @bymanuelarodrigues que é TI-RO! beijos beijos e até o próximo post.